Brasil - Brasília - Distrito Federal - 11 de janeiro de 2025
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Tour Agroligadas passa pela Embrapa Cerrados e conheceram pesquisas e tecnologias da Unidade

Integrantes do movimento conheceram pesquisas e tecnologias da Unidade

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Um grupo de 60 integrantes do movimento Agroligadas, formado por mulheres profissionais do agronegócio, esteve na Embrapa Cerrados na manhã de 10 de novembro para conhecer as pesquisas e tecnologias desenvolvidas pela Unidade em 50 anos de história.

Além de produtoras rurais, fazem parte do movimento mulheres que trabalham em empresas com atuação no agro, jornalistas, psicólogas e outras profissionais de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio Grande do Sul e Roraima. “Somos mulheres que falam sobre o agro para quem não o conhece. Nosso principal objetivo é conectar o campo e a cidade por meio da educação e da comunicação. Queremos aprender mais sobre o agronegócio, porque não é só aquele que vivemos. Precisamos conhecer o agro do Brasil todo, e o Tour Agroligadas é exatamente para isso”, explicou Geni Schenkel, presidente e fundadora do Agroligadas.

A visita integrou a terceira edição do Tour Agroligadas – as demais foram realizadas em propriedades com agricultura e pecuária do Pantanal e na região de Espírito Santo do Pinhal (SP), onde as integrantes conheceram a produção e a industrialização de uva e de café. “Escolhemos Brasília porque a cidade tem uma conexão política e precisamos entender que ela é necessária. A mulher precisa saber lidar com isso e participar cada vez mais da política. Além disso, sabemos que a Capital tem muito mais, assim como a Embrapa Cerrados. Precisávamos conhecer as pesquisas e tecnologias”, disse Schenkel.

As visitantes receberam as boas-vindas do chefe-adjunto de Transferência de Tecnologia, Fábio Faleiro, que fez a apresentação institucional, abordando algumas das principais soluções tecnológicas desenvolvidas pelo centro de pesquisas que contribuíram para o desenvolvimento do Cerrado, além de citar algumas mulheres pioneiras na adoção de tecnologias na região.

A pesquisadora Ieda Mendes palestrou sobre saúde do solo e a tecnologia Bioanálise do Solo ( BioAS ). Ela lembrou que o solo guarda a memória do manejo, e que solos saudáveis armazenam mais água, têm baixas populações de nematoides, são mais eficientes no uso de nutrientes, têm maior potencial de fitorremediação, possibilitam a produção de grãos com melhor qualidade nutricional e apresentam maiores estoques de carbono.

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