Brasil - Brasília - Distrito Federal - 12 de janeiro de 2025
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Um tributo a Khalil Gibran em São Paulo, com trechos da sua escrita e reflexão sobre sua trajetória

Lúcia Helena Galvão Maya falou sobre Khalil Gibran em evento

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Com trechos da sua escrita e reflexão sobre sua trajetória e obra, evento desta sexta-feira (31) lançou as exposições que São Paulo receberá em breve para comemorar os 90 anos do Museu Gibran, do Líbano.

“Vim para dizer uma palavra e devo dizê-la agora. Mas se a morte me impedir, ela será dita pelo amanhã porque o amanhã nunca deixa segredos no livro da eternidade. Vim para viver na glória do amor e na luz da beleza, que são reflexos de Deus”.

Com trechos da sua obra, como esse acima, e uma reflexão quase poética sobre o que ele pensava e como percebia a vida, a filósofa brasileira Lúcia Helena Galvão Maya trouxe para uma plateia de São Paulo nesta sexta-feira (31) pela noite um pouco dos pensamentos do consagrado escritor e pintor libanês Khalil Gibran.

A cerimônia na sede da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, promovida pela Associação Cultural Brasil-Líbano, teve como objetivo lançar duas exposições que ocorrerão na capital paulista em breve para comemorar o 90º aniversário do Museu Gibran, no Líbano.

“Todos sabem que ele foi o grande escritor, poeta, pintor, místico e filósofo, nascido em 1883 (no Líbano) e falecido em 1931 em Nova York, e que teve a oportunidade de ser uma ponte entre dois mundos”, disse também Maya. A filósofa falou sobre a obra mais conhecida de Gibran, O Profeta. “A voz de Al Mustafá, que é o profeta, é a voz da essência humana, de qualquer ser humano”, afirmou Maya.

Por Isaura Daniel – Agência ANBA Brasil

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